Review: Eminem – The Marshall Mathers LP II

Memória 1: Eu me lembro bem. Era o primeiro single do grupo Slaughterhouse. O Welcome To Our House era aguardado com muita expectativa por mim. Além das participações, seria o primeiro álbum do grupo que eu acompanhara por três anos. E o cd não ficou devendo em nada para os grandes nomes do hip hop naquele ano. Eminem adotou o grupo eles logo em seu primeiro vídeo prestaram uma singela homenagem. Na introdução de My Lifetratavam Eminem como Deus. Claro que há certa ironia até por parte do próprio Marshall, mas aquele era o retrato do rapper branco que venceu em um meio de uma cor só: a negra.  A imagem do grande rapper que fora ficou imaculada na mente de cada menino e homem que cresceu nas décadas de 90/2000. Marshall Mathers fora o grande nome por anos. O padrinho, o grande Dr. Dre, apostou no branquelo e ele formou um exército com 50 Cent que deu origem a G-Unit. Marshall tocava em algo e aquilo se tornava em ouro. Toque de Midas. Eu fui fã ferrenho deste rapper, não somente dele em si mas também pela pessoa. Entoei tantas vezes o refrão de The Way I Am, Stan, The Real Slim Shady e tantas outras músicas. Vi 8 Mile tanto ao ponto de decorar suas falas e as rimas nas batalhas de freestyle.

Memória 2: Eu tinha acabado de ouvir The Eminem Show. Baixei toda a discografia, desde o Infinite até a trilha sonora de 8 Mile. Eu salvava todas suas fotos. O Twitter (isso em 2009) recém havia sido descoberto por mim e eu é claro, segui Eminem, que só tuitava coisas pontuais – algo que se mantém até hoje – e eu checava de hora em hora. Era esperado por mim e tantos outros fãs no mundo afora o Relapse. Após quatro anos longe dos estúdios teríamos conteúdo novo para ouvir, discutir, escrever sobre. E logo foi dito por muitos que aquele fora o cd do ano. Eu mesmo achei isso, cego da razão e hoje vejo de outra forma. Marshall estava fora de forma, muito abaixo do esperado, mas aquele hype, aquela pegada, todo aquele marketing e o lance doentio das pílulas que fora sustentado com clipes como 3 a.m., era o que os fãs necessitavam e Eminem os deu aquilo. Foi recebido com gratidão e uma excitação incomum. Mas no fundo sabíamos e temíamos, que ele nunca voltasse a ser aquele mc pelo qual nos apaixonamos. Eminem despertara em mim a paixão pelo hip hop e eu era eternamente grato à ele por isso.

Memória 3: Agora vai. Vai né, pois Relapse, vendo agora de outra forma, foi uma bosta. E porra, espero que aquele sotaque fique naquele álbum, afinal, queremos um Eminem diferente agora. Queremos o Eminem que a gente conheceu. E a parada do novo Eminem, responsável, mais humano, reconhecendo suas falhas em Recovery nos fez cair direitinho mais uma vez. Outra vez embarcamos com emoção na análise e só após algum tempo vimos que Recovery nada mais fora um bom álbum e só. Boas músicas, boas rimas, uma produção inovadora e isso. Love The Way You Lie não parava de tocar, Not Afraid virou um hino, Talking 2 Myself e outras também foram bem recebidas. Adorei quando saiu Space Bound. Graças a Eminem eu descobri Sasha Grey e somente por isso eu sou grato eternamente à ele. E o clipe foi foda, muito bem gravado, bela fotografia e um roteiro bem louco. Lembro que namorava naquela época e dediquei a música para minha guria. O Recovery serviu de inspiração para muita coisa que escrevi também. É engraçado como o hip hop pode ser considerado um gênero narrativo, mas isso tratarei em outra hora.

O que une essas memórias todas? Simples, desilusão. Sempre enalteci uma imagem já desgastada. Uma imagem que representava o passado e não o futuro. E foi com pouca ou quase nenhuma expectativa que fui ouvir Marshall Mathers LP II. Ainda mais depois de descobrir que a Rihanna nas colaborações. Algumas faixas foram sendo liberadas na internet e me deparei com Monster. Quero dizer primeiramente que, acho a Rihanna uma cantora extremamente fraca. Não combina com o meu gosto e sem falar que porra, olha essa Monster, uma bosta de música, totalmente comercial, fraca, parecendo um single do Flo Rida. Aí desanimei de vez, mas fui lá e pesquisei um pouco mais. Alguns comentários negativos e outros de pessoas surpresas. Arrisquei e acabei por baixar o cd. Arriscado, também diria, era colocar o nome de um clássico depois de 13 anos após o primeiro cd. Diria até fadado ao fracasso, mas isso não aconteceu. Se Rick Rubin acabou com o Linkin Park – Minutes to Midnight é horrível, simplório e fraco -, podemos afirmar que o mesmo Rubin reinventou Eminem. Trouxe de volta não somente os palavrões, as rimas polêmicas e o cabelo loiro oxigenado, mas também aquele espírito. Isso se refletiu na produção, voz e assuntos os quais Slim rima. Sim, Slim está de volta e parecendo que nunca se ausentou.

Então, após essa introdução, vamos ao review.

1. Bad Guy (feat. Sarah Jaffe): Nostalgia pura. Essa produção rouba a cena. Eminem rima com sangue nos olhos, cuspindo ácido puro. O refrão casa facilmente com a música. No meio de tudo isso ainda, há uma pitada acrescentada pelo próprio Eminem de Stan, como se fosse uma continuação. De deixar qualquer um estupefato.

It’s just me, you and the music now, Slim
I hope you hear itwe are in a car right now
Wait, here comes my favorite lyric:
“I’m the bad guy who makes fun of people that die”
And hey, here’s a sequel to my Mathers LP
Just to try to get people to buy
How’s this for publicity stunt
This should be fun
Last album now cause after this you’ll be officially done
Eminem killed by M&M, Matthew Mitchell
Bitch, I even have your initials

Me faltam palavras para definir essa música ou até tentar explicar o fascínio que tenho por ela, somente digo que é uma das melhores de 2013. Não gostei da parte final, ou seja, do quarto verso. Achei ele um pouco arrastado e me lembra um pouco o Relapse, mas não traz nenhum estrago ao que segue. Existe uma teoria que essa musica, o ‘Bad Guy’ seria Matthew Mitchell, que cresceu e quer vingança. Eu, sinceramente não posso dizer se é isso mesmo já que meu inglês não é incrível, mas vocês podem checar isso no RapGenius ou outro site por aí.

2. Parking Lot (Skit): Ah, que saudades dos skits de Eminem. Em Recovery eles ficaram de fora. E desta vez eles se encaixaram perfeitamente. Novamente relembrando aquele belo humor negro e politicamente incorreto e genuíno do Slim Shady que conhecemos. Bem legal, dá seguimento ao álbum.

3. Rhyme Or Reason: Um refrão engraçado e tão leve ao mesmo tempo. Até mesmo cantando, o que não é um ponto forte seu, ficou bem. Toca em um assunto até então esquecido: seu pai. Gostei da combinação da canção em si. Uma faixa nostálgica que lembra bem aquele antigo Eminem. Produzida pelo próprio Eminem e com supervisão do Rick Rubin.

4. So Much Better: Esta se trata de uma faixa com diferente versão de Criminal. Também há algo por trás dela: pode ser mais uma música direcionada a sua ex-mulher Kim, ou então uma metáfora já usada como em 25 to Life. So Much Better é boa, mas ainda sinto falta algo nela. Parece ser mais uma faixa já feita por ele.

5. Survival: Primeiramente acreditei que esta faixa, produzida para o jogo Call Of Duty, ficaria de fora do álbum. E ela chegou a virar single, ganhando clipe. Acredito que a melhor parte dela se concentra no refrão na bela voz de Liz Rodrigues. No fundo as guitarras e a batida da música acompanham as rimas de Eminem. Três versos grandes, profundos e precisos. Bela música, não deixa o ritmo cair.

6. Legacy: As vozes femininas acompanham Eminem durante todo o Marshall Mathers LP. Outra vez em um refrão, Polina, uma desconhecida que toma conta da faixa. Outra música que tenho o deja vu de já ter escutado anteriormente, do mesmo Eminem, em Recovery.

7. Asshole (feat Skylar Grey): A série de músicas fracas tem mais uma na lista e se trata de Asshole. Achei fora de sintonia com o restante das outras e também não gostei da participação de Skylar Grey.

8. Berzerk: Ainda considero o clipe melhor que a música. Entretanto este é o carro-chefe do álbum, mesmo sendo um tanto extensa. Os scratches e samples dão um ar de nostalgia muito tempo não visto nas músicas de Eminem.

9. Rap God: Talvez um dos melhores trabalhos feitos. Cada linha é um ataque direcionado aos rappers de hoje em dia. Um flow incrível e boas rimas. O refrão fica por conta do próprio Eminem. Nas próximas semanas deve sair um vídeo de Rap God, já que se trata de um single.

10. Brainless: Me lembra muito a época de Relapse. Bastante lírica, a letra discorre sobre alguns assuntos como a própria mãe. Se trata de um pouco mais do mesmo. De qualidade.

11. Stronger Than I Was: Provavelmente para Kim. Romântica e um tanto melosa da forma que Eminem consegue ser. Os dois primeiros versos são curtos e o último é o mais longo ainda com uma ponte no meio do caminho. (A informação trazida na mídia, intermediada pelo leitor Alisson, é a de que ambos estão juntos, como você pode ver aqui: http://www.huffingtonpost.com/2013/11/20/eminem-kim-mathers_n_4308644.html)

12. The Monster (feat. Rihanna): A pior música do cd e uma das piores feitas por Eminem. A parceria entre Rihanna e Eminem poderia ter se resumido em Love The Way You Lie e só.

13. So Far…: Confesso que não gostei muito dessa faixa. Achei bem fraca, não tanto ao ponto de Monster, mas bem que poderia ter ficado de fora. Até é divertida, entretanto com as mudanças constantes se transforma em cansativa.

14. Love Game (feat. Kendrick Lamar): Uma boa faixa. Harmônica e ainda por cima divertida. Gostei muito da base e da química entre K. Dot e Em. Fica difícil saber quem se saiu melhor. O refrão da música também é muito agradável e o sample se encaixou muito bem. Pontos positivos, nada de negativo para ressaltar.

15. Headlights (feat Nate Ruess): Eu sabia que conhecia essa voz! É do vocalista do Fun, Nate Ruess. Quando li esse nome, logo fui pesquisar e fiquei com um receio, pé atrás. E até de certa forma, isso se confirma, afinal, se trata de uma faixa comercial. Mas não traz estragos. Nate faz muito bem o refrão e a letra é muito bonita. O pedido de desculpas de Eminem chega tarde, mas ainda em tempo. A sua mãe que já ouvira anteriormente My Mom e Cleaning Out My Closet deve ter se sentido feliz pela homenagem positiva e devida. Em dois grandes versos, Eminem se desculpa com Debbie Mathers, narrando a trajetória da família, sua dificuldades e a relação entre ambos.

But I’m sorry Mama for Cleaning Out My Closet,at the time I was angry
Rightfully maybe so, never meant that far to take it though, cause
Now I know it’s not your fault, and I’m not making jokes

16. Evil Twin: Ponto alto novamente. Boa música, com um dose de de sarcasmo e ácido puro. Bieber, Britney e Lady Gaga são lembrados nela. Requer e merece uma atenção especial. Evil Twin pode ser uma referência ao seu alter-ego, Slim Shady. Respectivamente Eminem (Marshall Mathers) e Slim Shady.

Ho, I’m only vulnerable when I got a bo-ner
Superman try to fuck me over, it won’t hurt
Don’t try to fix me, I’m broke so I don’t work
So are you, but you’re broke cause you don’t work

Por fim, podemos dizer que Marshall Mathers LP II não é só a volta do cabelo tingido de loiro, mas também das rimas violentas e humor ácido. Ainda que conte com algumas faixas fracas e desconexas, se trata do melhor cd de Eminem em tempos. Superior ao dinâmico projeto com Royce, mais doentio que Relapse e até inteligente que Recovery. Por trás deste disco há produções que se destacam e agregam em qualidade. É de se ouvir e principalmente prestar atenção.

Sou estudante de jornalismo e tenho um pé na literatura, caso queira ler meu blog, está aí: http://continuumspace.blogspot.com.br/

17 Respostas para “Review: Eminem – The Marshall Mathers LP II

  1. Ah, que alívio ver um review com tantos elogios direcionados ao Eminem dessa forma. MMLP2 é o segundo melhor disco do ano, perdendo só para o do Pusha, não é um álbum ao nível do primeiro, mas foi uma boa surpresa desse ano
    Fred, tu ainda vai fazer um livro, e ainda vou comprar. Escreve muito bem!! Parabéns.

    • Poxa, valeu pelos elogios. Procurei trazer minha opinião sobre o cd. Legal esse retorno, é sempre interessante debater opiniões e ter esse feedback. Abraço!

  2. Ótima review. Este ano vem tendo ótimos lançamentos como ótimos discos de Grades nomes como Eminem(com MMLP2 que faz lembar o seus grandes tempos) e Kanye West( com o Yeezus para mim melhor disco do ano) mas, o que fale maior destaque são os caras novos como Danny Brown, Earl Sweatshirt, Chance the Rapper,A$AP Rocky, Joey Bada$$, Tyler, The Creator(Com Wolf que prova que ele não e puro hype e assim um dos melhores rappers da nova geração) e Pusha T(com My Name Is My Name disco que para mim e o segundo melhor do ano) que vieram com ótimos lançamentos e lembrado que ainda temos o disco do Childish Gambino Because The Internet e fica o destaque negativo para o Jay Z e Kid Cudi com lancamentos abaixo de dois grandes rappers.

    O ano de 2014 já vem com boas noticias como uma turme do Outkast depois de 7 anos, um positivável álbum de André 3000 e um novo disco do Nas.

    Com tanta coisa e curtir os lançamentos deste ano e espera os do ano que vem.

  3. Faltou as faixas deluxe q estao muito foda principalmente beuatiful pain,wicked ways e dont front, q eh uma faixa classica,outro do rapper de detroit, e a nota tbm falto. Essa de o melhor trabalho dele dos ultimos tps eh vaga. Eh um classico ou n, o do pusha t deram 9.5,q eh uma nota de um album praticamente perfeito e de um classico album, o do mmlp2 ql eh? Fiquei curioso pra saber a nota e se eh um classico ou n.
    O album do pusha t ta muito bom ,pra mim ta entre os 5 melhores cds do ano, daria 4 estrelas (num total de 1a 5 estrelas) mmlp2 daria 4,5 estrelas, ta um classici mas n eh um album 10, ou 5 estrelas pq eu acho q n eh um album perfeito, tem algumas falhas, pequenas mas tem. N sei como eh o review la fora, nos eua, pra um review n pode ter uma opiniao pessoal de gosto ,e sim parcial e profissional, eu n siu fa do pusha t e pessoalmente n curto muito suas musicas mas o album dele ta muito bom, mesmi eu n gostando de algumas faixas ,mas as musicas estao otimas ele fez um grande trabalho.
    Otimo texto, ta muito bem escrito, esse site eh o unico q eu vejo no brasil com hip hop jornalistas, e q escrevem de rap e q curtem rap.

    • Não definiria o Marshall Mathers LP II como um clássico. Aliás é difícil intitular um álbum como clássico logo quando sai. É mais fácil ver isso após certo tempo, se ele se mantem importante e principalmente se é inovador.
      Não dei nota pois acho isso mais pessoal. Classificaria o MMLP2 como muito bom. Abração!

  4. Alguns pontos: Bad Guy é realmente uma sequencia sim a “Stan”, Matthew Mitchell cresceu e foi atrás do Eminem o culpando pela morte do irmão (isso eu achei caído), mas o ultimo verso salva a musica para mim pq o Em diz que Stan & Mathew são simbólicos e que são sua consciencia, “Stronger Than I Was” não é nada romântico pq tudo que tem de “meloso” o Eminem quebra no último verso que tem sua visão desse relacionamento, os 2 primeiros são a visão da Kim, eu gostei de “Asshole” eu achei o refrão massa e tem boas rimas, já “Love Game” não curti por causa da expectativa que criei, que seria algo como “Renegade” com o H.O.V.A ou “No Love” com Weezy F. Baby e não um som tão Whatever, não é ruim, o refrão e bom e os versos do Slim são bons mas não era isso. Pessoalmente MMLP2 eu meu álbum preferido do Eminem,isso não significa que é o melhor só é o que mais gostei ,tecnicamente MMLP1 e TES ainda são melhores. Com certeza esse álbum vai ganhar todos os prêmios possíveis em categorias de Rap e acho que comparar esse álbum com o do Pusha e meio difícil pq parecem 2 estilos de música diferente um cara que rima sobre Cocaina e Venda de Drogras com frases de efeito tipo:”sold more dope than I sold records” “You Wanna see a Dead Body” já outro um álbum completo oposto, muito mais lírico, pessoal muito mais produzido e com muito mais marketing, Eu gosto muito dos 2.

    Obs: Grande Texto muito bem escrito parábens Fred.

    • Agora ouvindo com mais calma Bad Guy posso dizer que você está cert. Não tive o tempo preciso pra analisar todas as faixas e suas respectivas letras e o que trazem consigo. Esse álbum tem potencial e ao contrário dos últimos que ele lançou, irá ganhar prêmios merecidamente.
      Valeu pelos elogios, cara. Abração!

  5. Ai Fred, gostaria de ver sua opinião sobre os albuns do Kanye West. Bela resenha sobre o album do Eminem, gosto de ver um lado pessoal do escritor na hora fazer a critica, muito bom isso.

    • To até hoje pra fazer um review do 808’s. Gosto muito deste, do Graduation do MBDTF e o Yeezus. Em breve faço um review de qualquer um deles. Abração!

  6. Caramba..estava procurando alguns comentarios sobre o novo albun. Escutava muito o eminem no final da adolescência e como fiquei muito tempo longe das músicas, deixei de acompanhar. Agora que estou um pouco mais livre, resolvi dar uma vasculhada.

    Parabéns pela análise.

  7. Eu li umas 7 reviews suas sobre os albuns do Eminem. E foi o bastante pra perceber que vc é pessimo no que faz(sobre reviews)
    E n é aquele papo de opniao é igual c$ cad um tem o seu.. é q realmente vc n intende nda sobre os sons do Em.. n to td tirando.. mas vai fazer algo q vc tenha condicoes de fazer bem.

    • Sua opinião é baseada nas críticas que faço ao seu artista predileto? Já fui fã do Eminem e não tenho problema algum em ver os seus erros.

      Assim como com o passar do tempo, meus pensamentos e opiniões sobre seus discos mudaram, pensando um pouco mais sobre não só sua discografia quanto o momento em que foram lançadas, tu tenhas uma opinião diferente. Talvez você não tenha condições alguma de fazer comentários, se não estes que traz aqui, patéticos e idiotas.

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